Uma certa teoria fez eu vir aqui dedicar este post a alguém que diz que com o passar do tempo cada vez vai se amando menos...
Tal teoria, diz que, quando se é criança você ama tudo, ama seus pais, ama brincar, ama seu ursinho, ama seu pijama azul, simplesmente ama...
Com o passar dos anos, você guarda o ursinho, guarda o pijama azul, mas segue amando, mas diferente de quando criança, as coisas que você segue amando vão se extinguindo, até chegar um dia que você vai amar apenas uma ou duas coisas somente!
Teoria complicada né, mas de um todo ela não deia de ser verdadeira, a tendência quando crescemos é deixarmos de lado o nosso lado criança, nosso lado que vê a vida de um jeito todo especial, pois, pense comigo, quando se é criança tudo parece durar pra sempre, uma tarde ensolarada é motivo para juntar amigos, primos vizinhos e passar a tarde toda correndo bigando de pega-pega e esconde-esconde; quando se é criança me corrija se estiver errado, dia de chuva no verão, não é apenas dia de chuva, é dia de brincar de pular em poças de água espirrando barro por tudo...
Ahhh como era bom ser criança, e acreditar que no fim do arcoirís existe um pote de ourom ou então esperar ansioso por seu aniversário, nossa quando se é criança, acredito que assim como a páscoa, natal e dia das crianças, o aniversário é uma das datas mais esperada pela criança, onde você é o dono da festa, você é a estrela do dia, e todos olham pra você...
Até que você um belo dia cresce e descobre que precisa acordar cedo pra ir pra escola, e nela precisa estudar e pensar que em um futuro muito próximo irá ter de escolher que trabalho terá, se irá cursar faculdade ou não, se irá formar família ou não...Essas escolhas que necessáriamente somos obrigados a fazer, nos obrigam a deixar esse nosso lado criança de lado, o lado onde tudo era felicidade, o lado onde você ama simplesmente tudo. Mas essa decisão não é algo que se tome conscientemente, não, você não deixa de ser criança por que quer, você deixa de ser criança a partir do momento em que se vê diante da sua primeira responsabilidade, você não escolhe deixar de acreditar no faz de conta, você só percebe que na vida real o príncipe nunca vai chegar para resgatar a princesa, e que no fim do arcoirís, na verdade não existe fim, e que o arcoirís na verdade é apenas ilusão de óptica...
Contraditóriamente à teoria citada anteriormente, acredito que a pessoa que vos fala, ainda ama coisas consideráveis para acreditar que a teoria pode ser posta por terra, que ela não precisa ser a regra e sim a excessão...
Uma maneira de se comprovar esta, é fazer uma lista do que mais de teixa feliz, porque aquilo que te faz feliz provavelmente você ama, ou talvez você possa um dia vir amar...
Como vai se amar apenas uma ou duas coisas, enquanto se há tanta coisa para se ver e se amar...
Se chegamos a pensar na hipótese de amar apenas uma vez, estamos enganados, basta olhar para os lados, abrir os olhos e deixar a vida mostrar como ela pode ser mais colorida, assim como quando você era criança, e que uma hora parecia ser uma eternidade, assim como você esperava ansioso por aquele programa, pelo fim de semana, pela chuva de verão...
Na verdade cheguei a conclusão de que pra não deiaxar de amar o seu pijama azul e nem o seu ursinho favorito, é preciso que resgatemos um pouco das crianças que já fomos um dia...
Por isso, sorria mais, cante bem alto, dance, brinque mais, se conseguir se preocupe menos e não deix
e de acreditar, pois quando se é criança é o mesmo que amar, e quando mais se acredita mais se ama ...
e de acreditar, pois quando se é criança é o mesmo que amar, e quando mais se acredita mais se ama ...







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